Noel e o Android

Estamos naquela época do ano, aonde uns refletem sobre o ano. Outros caem dentro de pilhas de presentes. Há ainda, os que fazem ambos.

Esse ano, a grande surpresa foi um Motorola Charm. Embora o nome seja meio suspeito, ele é uma opção com bom custo x benefício para quem quer adentrar o universo android.

Quanto à reflexão, vi que tem coisas que só sentimos falta quando estão distantes. Mais uma aventura em São Paulo. O saldo dessa vez, infelizmente, não foi positivo. Houveram coisas boas, claro. Afinal de contas, não se perde sempre, assim como não se ganha sempre. Isso ainda não acabou, mas a sensação é a de que o fim está muito próximo.

Infelizmente, meus projetos pessoal, que era ficar perto dos amigos de SP, não deu certo. Felipe Muñoz previu isso, mas eu preferi ficar com a minha visão romântica de que veria todos sempre aos finais de semana. Socialmente, eu regredi. praticamente parei de twittar. O trabalho secou o tempo que havia para blogar.

Claro que houveram coisas boas, como já disse. Estreitei os laços de relacionamento com 2 amigos de empresa, Rafa e Gi, que assim como eu e minha esposa, foram à SP, buscando mais. Hoje, eu posso dizer que gosto E sinto falta de verdade da minha família. Não que não sentisse antes, mas eu simplesmente tinha a proximidade como fator que acalmava toda e qualquer saudade.

Bom, 2011 está quase à porta. Deixe um abraço à todos que me apoiaram em 2010. Em especial, uma menção a maior e melhor companheira, cúmplice, amiga e esposa do mundo, Fernanda Julião. Aos amigos Ivon e Gustavo. Aos cunhados que sempre me tratam tão bem, Fabrício e Felipe.

Obs.: Muitos outros amigos foram feitos e me ajudaram com palavras amigas.

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A “responsa” blogueira

Estamos cada vez mais, em tempos de individualismo. Essa era começou com os primeiros walkmans, aparelhos de som, que visavam o entretenimento musical ou informativo de um indivíduo. Hoje temos ipods, que nada mais é do que a reformulação desta aposta na individualidade que tanto deu certo. Em tempos tão individuais e democráticos para informação, nada mais natural que pessoas normais saíssem dos bastidores para se tornarem geradores de conteúdo. Esse processo é rico em meios, como: blogs, vídeologs, fotologs.

Esse processo do indivíduo dizer o que pensa, é bem interessante, pois sempre existirão pessoas para concordar ou discordar. Quem escreve, não pode simplesmente fazer um texto informativo, precisa e deve acrescentar traços pessoais aos seus textos. Dessa forma, facilita a identificação do texto perante à audiência. O lado negativo é que opinião excessiva, traz alguns problemas, como por exemplo: a possibilidade de virar extremista. Vimos isso na guerra dos consoles da atual geração, com pessoas se autodenominando caixistas (Xbox) ou Sonystas (Playstation). Essas pessoas, tem todo direito de gostar de uma marca, falar bem dela, mas é importante que todo esse processo tenha algum embasamento. Não é legal apenas falar por falar. É importante ao menos tentar se colocar no outro lado da balança.

Outro fato importante é que independente do meio, não há uma fórmula de sucesso que garante que seu material obtenha sucesso. Claro que muitos apostam na polêmica para se alavancar.

Tenho visto blogs novos de games (área que conheço um pouco menos) e achei muitos simplesmente sofríveis. Quer seja no layout ou conteúdo, há a total falta de vontade de fazer algo melhor. Não precisa muito para se fazer algo razoável.

Eu disse isso tudo, para chegar em algo bastante importante. Como dizia Antoine de Saint-Exupéry “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Eu não li o livro “O pequeno príncipe”, mas conhecia a frase e busquei seu autor. Essa frase se encaixa perfeitamente na idéia deste post. As pessoas que conseguem mais de um seguidor, já estão cativando pessoas, formando opiniões. Imagina aqueles que possuem centenas, milhares ou mais seguidores. Essas pessoas precisam se policiar para não prejudicarem seus seguidores, afinal de contas, num universo de 1000 seguidores, a chance de alguns comprarem um produto por você ter falado bem dele é grande. Assim como é grande a chance de deixarem de comprar por causa de uma crítica. Já disse que a polêmica é uma boa catapulta, mas não podemos ser irresponsáveis.

Citando algo que ocorreu comigo. Comprei um celular por conta de alguns posts positivos sobre o modelo. Estava todo ansioso pela chegada do mesmo. Infelizmente, todos os posts falharam em falar sobre a quantidade irritantemente excessiva de bugs que o aparelho continha. Prefiro acreditar que eles não os descobriram, por terem passado pouco tempo com o aparelho. O que aconteceu comigo, pode acontecer com qualquer um. O ideal, quando se quer comprar algo, é falar com pessoas que o possuam. Procurar relatos de pessoas que não idolatrem a marca ou tenham recebido dinheiro para falar bem.

Voltando aos blogs de games. Esse nicho possui muitos adultos hoje, deixou de ser apenas brincadeira de criança, mas ainda é o sonho de muita criança. Jovens que ainda não tem opiniões próprias forte o suficiente. Esses jovens, estão lendo você, se identificando, e o pior, idolatrando. Então tenhamos mais cuidado para não alimentarmos ódio ou idolatrias. É legal quando nos ouvem, mais legal ainda é termos consciência disso e darmos espaço para mensagens que não desorientem esse jovem.

O mundo virtual é algo fascinante, afinal você pode ler coisas de todo o mundo. Antigamente até era um ambiente “livre”, já que você poderia fazer uma página sobre qualquer assunto ou corrente de idéia que não fosse socialmente aceitável, sem que houvesse represálias, censura ou consequências legais (justiça).

Espero que tenham entendido o recado. Ter leitores é bom, mas tenham consciência do que andam dizendo à eles. Se o mundo melhor começa em casa, vamos fazer isso um post de cada vez hehehe. Ah e não esqueça, vaidade é algo que pode ser muito ruim. Evite alimentar idolatrias. Blogs legais não precisam ser extremistas.

Resumindo, seja você mesmo, mas pense no como ser, sem prejudicar ou invadir o espaço do próximo.

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Ancient aliens

Qualquer pessoa que curta ficção científica, provavelmente curta teorias de conspiração, acredita que não estamos sozinhos no universo e gosta de bons argumentos, principalmente.

Não vou defender o atacar o tema, apenas vou indicar que você veja os vídeos que conseguir sobre o documentário que dá título à esse post. Ele foi produzido e exibido pelo History Channel (history.com) e pode ser visto (detalhes, não os episódios em si) aqui.

Independente da sua crença, vale a pena conferir. Foi muito bem produzido. Espero que vocês gostem da dica.

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Processo de banalização

Para os que não conhecem a palavra, sugiro que consultem esse link com a definição, para melhor compreensão do texto e posterior raciocínio sobre as idéias aqui apresentadas.

Agora que já nivelamos um pouco, a idéia é fazer o processo inverso ao descrito no título. Só o fato de nos pegarmos pensando se algo se tornou banal ou não, já nos ajuda a analisar e emitirmos nossos pensamentos sobre.

O povo brasileiro, desde sempre, foi conhecido como um povo pacato e que consegue encontrar forças para rir, até mesmo nos momentos mais adversos. A alegria do nosso povo, fica evidente no humor mostrado na TV. Existem hoje, humoristas dos mais variados estilos e gostos. Se você comparar o humor produzido aqui, verá que existem muitas diferenças com o que é feito lá fora. Não entendam como crítica negativa, afinal, a diferença é pra melhor. Mesmo em produções menores, fica evidente a versatilidade destes artistas.

O humor, como uma forma de arte, muitas vezes critica a nossa sociedade. O que é bom, ou pelo menos deveria ser, afinal de contas, infelizmente, muitos vêem essas críticas e ficam apenas com a parte boa, que são as risadas. A crítica em si, acaba se perdendo. Os inúmeros quadros de humor martelando o assunto da hora, ajuda a banalizar, mas quem realmente torna esse processo um realidade, somos nós. Note que não estou sendo contra o humor, estou apenas sugerindo que não as deixemos passar em branco.

É importante ressaltar que rebeldia em excesso é ruim, na verdade qualquer coisa em excesso é ruim. Acabamos de ver essa semana, que mesmo com os violentos protestos na França, a mudança da idade mínima para aposentadoria foi modificada. A nossa vizinha, Argentina, também possui inúmeros protestos e esse excesso gerou banalização, os políticos simplesmente fazem o que julgam necessário, ainda que seja contra o que a sociedade quer/espera.

Parece uma tarefa difícil questionar ou debater sobre problemas cotidianos, mas não é. Não nascemos com uma aptidão específica para esse tipo de coisa, é um exercício diário.

Lembre-se, a banalização (do sexo, violência, drogas, corrupção ou qualquer outra coisa) começa na sua cabeça.

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Tropa de elite 2 – Olhar carioca

Vi muitas críticas ao filme. Todos elogiaram, afinal de contas o filme é mais maduro que seu antecessor. Não sou muito bom em analisar tecnicamente um filme, mas por ser carioca e ter morado no bairro Tanque, gostaria de compartilhar algumas observações, correções e até mesmo opiniões, por que não?

Primeira correção, dos bairros mostrados, Rio das Rochas e bairro do Tanque, um não existe e o outro foi uma liberdade poética, pois não retrata o bairro real e sim é um nome fantasia para mascarar o real bairro por trás das críticas. Para quem é do Rio, pode parecer óbvio, mas preciso falar para as pessoas que não conhecem. O Rio das Rochas foi o nome fantasia escolhido para retratar o conhecido Rio das Pedras. Este local é muito conhecido por conter o Castelo das Pedras, conhecido reduto do funk. Desde que a comunidade se formou, nunca ouvi dizer que ela esteve em outras mãos que não as da milícia, outrora conhecida como polícia mineira por muitos cariocas. O bairro Tanque, embora realmente exista, serviu de nome fantasia para encobrir uma comunidade que já fôra retratada em outro sucesso do cinema nacional, Cidade de Deus.

Um dos esquemas mais lucrativos na Zona Oeste do Rio de Janeiro, é o dos transportes alternativos, mas infelizmente foi pouco citado no filme, embora tenham sido mostradas inúmeras vezes as kombis com faixas coloridas, muito conhecidas e utilizadas pelo povo carioca. Para os de fora, digo que os problemas de transportes no Rio são muito sérios e não parecem ter solução à curto prazo, por isso os cariocas muitas vezes se vêem obrigados a alimentar essa indústria dos transportes alternativos. No início, a coisa era mais cômoda pois todos íam sentados, ainda que apertados. Hoje, já ocorrem casos de pessoas embarcarem e seguirem viagem em pé! O que é um absurdo, nem preciso dizer que é inseguro.

Quanto a Cidade de Deus, passei por poucas e boas, pois todos os caminhos de ir da Barra ao Tanque, passam ou por dentro, ou muito próximo de lá. Por sorte ou ajuda lá de cima, nunca me aconteceu nada diretamente. Há coisa de 1 ano fiquei sabendo que a milícia estava tomando o bairro e com isso trazendo alguma sensação de segurança, ainda que falsa.

Passando pelo assunto de curral eleitoral, é muito comum ver na Zona Oeste centros assistenciais de candidatos que habitam a região. O resultado disso são esses candidatos sendo eleitos eleição após eleição. O caso mais notório e que passou impune por inúmeras vezes, foi o do Nadinho do Rio das Pedras.

Falei apenas da realidade até agora e vou seguir mais um pouco. Dessa vez falarei sobre a favelização da cidade. Some o transporte público que é extremamente precário e ineficaz, o fato de que nas “comunidades” (vulgo favelas) tudo funciona à base de gato e não existem impostos, vocês acham que as pessoas fazem o que? Preferem morar próximo ao trabalho, mesmo que isso signifique habitar uma comunidade. Eu morava em um bairro simples, mas bem legal. Infelizmente, para chegar em qualquer empresa que já trabalhei, levava aproximadamente 2 horas de translado. Era desgastante, mas dignidade não tem preço. Notem, nem todos se submetem às comunidades, muita gente habita cidades da baixada fluminense e levam o mesmo tempo ou até mais do que eu para chegar ao trabalho.

Para ir de um lugar a outro na cidade, é praticamente impossível não passar por ao menos uma comunidade. Independente de ser pacificada, controlada por milicianos ou por traficantes.

Gostaria de aproveitar o tema polêmico para alertar que a pacificação está muito bonita para ser verdade. O que está ocorrendo na verdade, é que uma parte dos bandidos estão migrando para o interior do do estado, outra parte para outros morros da zona norte. Um dos bairros que mais tem sofrido com isso, é Madureira. Como sei disso? Minha mãe mora lá e acreditem, os tiroteios estão ocorrendo cada vez mais. Só o poder público não quer enxergar o problema real.

Voltando ao filme, ele mostra a realidade mais fácil de transcrever em palavras pelos autores, afinal todos são do Rio, mas não se iluda meu amigo, essa endemia não é exclusividade da cidade maravilhosa. Em São Paulo nesse momento, estão ocorrendo inúmeros assaltos em série à joalherias. Em Curitiba, as pessoas também afirmam não estar tão seguro quanto parece. Outro estado que merece atenção é o Espírito Santo. Só citei os que realmente vi ou visitei, mas o problema está no país todo. Os bandidos estão mais organizados do que querem que achemos que são/estão.

Era muito importante que o filme tivesse chegados às bilheterias antes das eleições, mas vocês acreditam mesmo que não houve manipulação para que toda a massa votasse ainda seguindo os critérios de todo bom curral eleitoral? Infelizmente, somo um povo bunda mole, que daqui a quatro anos, teremos esquecido todas as coisas que o filme nos esfregou na cara. Se você um dia acreditou que o movimento dos “cara-pintada” realmente foi algo espontâneo, te pergunto, por que não fizeram o mesmo com o Lula? Afinal o Mensalão foi, sem sombra de dúvidas, o escândalo mais vergonhoso em anos! O pior é saber que esse esquema foi “necessário”, afinal as pessoas votaram naquela época sem a consciência de que um presidente sem a maioria na câmara e no senado, não consegue realizar nenhuma grande mudança, afinal de contas o presidente é só uma figura, que não tem poder algum. O poder de veto é legal, mas se ele vetasse todos os projetos porque a câmara vetou todos os projetos da base, como ficaríamos?

Notaram que do filme mesmo eu pouco falei? A idéia do filme, na minha opinião, não era que você saísse de lá achando que Capitão Nascimento é mais foda que o Chuck Norris. A idéia era te fazer pensar, ajudar, um pouco que seja, a mudar a cabeça dessa geração, que estão tão acostumada com a revolução do sofá. O primeiro passo é passarmos a ver os problemas e saber a quem culpar. O Segundo passo é aprender a usar o voto como arma para conseguir melhorar o que nos é importante. O terceiro passo, e que vai levar muito mais tempo, é o povo aprender a acompanhar os políticos, projetos e pressionar os políticos a cumprirem suas promessas, as mesmas promessas que os fizeram chegar lá.

O filme é impecável como crítica, muito bom como filme de ação e principalmente, me faz sentir que todos esses anos evitando o cinema nacional pela falta de originalidade ou criatividade, estamos em uma época aonde, novamente, as formas de arte, voltaram a criticar a nossa sociedade. Eu curto muito Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial e Biquini Cavadão dos anos 80, pois eles fizeram parte de um movimento cultural que buscava criticar a nossa sociedade. Peguem as letras das músicas, a grande maioria era rebelde e nos fazia pensar sobre as críticas nas letras. Fico muito triste e ver o cenário musical nacional, reduzido à baladinhas e bandas coloridas. Os rebeldes de antes se renderam à indústria e ao dinheiro. Cada um tem seus motivos, mas eu adoraria ver novamente bandas dispostas a nos mostrar o que não conseguimos ver.

Enfim, o intuito era fazer você pensar. Não quero ser ídolo de ninguém, nem que você concorde com tudo que está escrito. Apenas compartilho minhas idéias e opiniões, visando tornar-me uma pessoa melhor com os comentários e argumentos de vocês.

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O medo gamer da mudança

Para os que não me conhecem, sou do tipo que tem idéias durante o banho. Essa semana ainda, tive um belo insight. Nele, percebi que, nós gamers, somos muito conservadores. Recebemos, geralmente, mal novas idéias quando estas vem nas franquias que gostamos.

Antes de prosseguir defendendo o meu insight, compartilho que assim como tudo na vida, claro que existem exceções. Não podemos generalizar. O intuito deste texto é fazer refletir sobre isso e, quem sabe, até acrescentar algo na vida de algumas pessoas.

Poderia citar inúmeros exemplos de mudanças em franquias, que causaram críticas ferozes, mas pegarei como exemplo o Megaman, afinal, recentemente vimos 2 versões para os consoles desta geração, que possuíam gráficos e estilo retrô, mas não pára por aí. No passado, houve um título que foi criticado por muitos fãs do mega, inclusive eu, que foi o Megaman Legends. O jogo vendeu muito pouco, mas recentemente soubemos que haverá um terceiro título.

A versão retrô fez um certo sucesso e muitos se perguntaram porque. Claro que vou atribuir esse sucesso ao nosso título, afinal o jogo foi feito nos moldes dos primeiros títulos. Longe de mim julgar se foi uma atitude capitalista ou de amor aos jogos, a questão aqui é a preferência por seguir o clássico.

Eu tive muito mais contato com as versões X do robô azul, e desta forma prefiro jogos neste molde, entendem?

Não tenho a pretensão de mudar a cabeça de todos que me lêem, mas os convido a se policiarem. Precisamos ter mais a mente aberta para novas idéias. Claro que existem vezes em que uma empresa, por ser capitalista, resolve explorar a imagem de um herói para arrecadar mais uns trocados, porém, por trás daquele jogo pode estar todo um trabalho, idéias e experiências, que podem nos acrescentar.

É importante jogar algo novo, evitando comparações com os anteriores, para buscar uma opinião verdadeira sobre o jogo. Abstrair a franquia para tentar extrair as boas idéias.

Fui muito criticado por alguns amigos, por gostar do filme Dragon Ball Evolution. O filme é nitidamente uma abordagem diferente para o universo que tantos conheceram através do desenho. A idéia foi interessante. Sei que o final não foi tão legal quanto poderia, mas muitos o criticaram por ir aos cinemas esperando ver tudo que já fôra mostrado nos animes.

Voltando aos jogos, quando o Wii trouxe sua jogabilidade diferenciada, despertou a atenção de muitas pessoas, que viram de forma descrente a novidade. O console foi um sucesso absoluto de vendas, mas será que além dos controles novos, não estava por trás as nossas boas lembranças com a marca Nintendo? O conservadorismo também impediu que as empresas concorrentes investissem de maneira mais agressiva em uma interface diferenciada, o que ocasionou uma chegada tão tardia do Move e do ainda não comercializado Kinect.

Sei que é legal jogar mais e mais o que gostamos e que dinheiro não nasce em árvore e com isso, precisamos ser bem seletivos nas compras, mas o mundo é tão rico de pessoas com os mais diversos pensamentos, por que não testar o jogo na casa daquele seu amigo que gosta e comprou? Ou ainda, como temos as demos voltando com uma boa força, baixar o demo e provar um pouco do que o jogo tem a oferecer. O importante é se manter ligado e não renegar de cara algo novo, afinal se tivéssemos nos negado o prazer de jogar algo, nunca gostaríamos de games.

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